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Segurança

A segurança do Dashvia, explicada sem rodeios

Em uma frase: O Dashvia lê seus dados sem nunca alterá-los, não tem contas próprias (a identidade vem do Idenva), aplica os direitos linha a linha a cada consulta e registra quem viu o quê em um registro que o próprio banco de dados se recusa a reescrever.

1. Fontes somente leitura

As fontes SQL são abertas somente para leitura. Uma gravação é recusada pelo mecanismo, e não apenas pela interface; a proteção é comprovada por um caso válido, um caso violado e uma sabotagem deliberada.

2. Identidade federada, nenhuma conta local

O login passa pelo Idenva (SSO). Um token de outro emissor, ou expirado, é recusado, e a reativação de uma senha local é detectada. O Dashvia não mantém um banco de usuários próprio.

3. Direitos linha a linha

Os grupos do Idenva determinam quais linhas são visíveis. O filtro é parametrizado, nunca construído interpolando valores, e vale também para filtros cruzados, drill-down, exportações e relatórios agendados.

4. Uma IA que mostra sua consulta

O text-to-SQL responde com uma consulta SQL legível. Toda leitura fora do esquema e toda gravação são recusadas antes da execução. Sem o hub Kopilvia, o Dashvia passa a um modo degradado explícito: corpus local e recusa de responder fora dele, em vez de inventar.

5. Registro de auditoria

Quem consultou, exportou ou alterou qual relatório é anotado em um registro somente de acréscimo: o banco de dados recusa qualquer alteração ou exclusão de uma linha já gravada.

6. Base reforçada e fixada

O Dashvia se apoia no Apache Superset (Apache-2.0), fixado na versão 6.1.0. Uma chave secreta padrão ou uma conta admin/admin são recusadas na inicialização, e os avisos de segurança publicados são conferidos com a versão fixada.

7. Hospedável na sua infraestrutura

A base se instala na sua própria infraestrutura. Seus esquemas e resultados não precisam sair dela.

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